sábado, 18 de abril de 2015

Aquisição: "O Mago - O Guardião dos 22 Segredos" - Luísa Jourdain + "In Aeternum" - Ricardo Silveira


Título: O Mago - O Guardião dos 22 Segredos

Autor: Luísa Jourdain
Editora: Chiado Editora
ISBN: 9789895131259
Páginas: 670

Sinopse: Lisboa, ano de 2010. Próximo do Natal, o inverno promete ser longo, frio e sombrio. Bernardo de Vila Nova, psicólogo e cidadão do mundo, não imaginava o que o esperava ao chegar a casa e sentar-se no velho sofá com um livro novo nas mãos. Helena Pereira, estudante e taróloga, dispunha as cartas do Tarot sentada no chão do seu quarto. Estava longe de adivinhar o que ia acontecer quando uma das cartas lhe saltasse das mãos. Invocados pelo Zodíaco, viajam no tempo à mística Provença Medieval ao encontro de uma ordem esotérica de magos e feiticeiras. Rodeados de magia, recebidos por um astrólogo, um alquimista e um professor, protegidos pelas feiticeiras da Força, da Justiça e da Temperança, seriam iluminados pelo conhecimento antigo e assistiriam à criação do Tarot de Marselha. Ao longo de destemidas aventuras, enfrentam poderosas personagens e assistem, ao vivo, à criação dos arquétipos dos arcanos maiores do Tarot. Que segredos trouxeram? Que magias revelaram? O que muda, cresce e enaltece no Ser quando se transforma num viajante do tempo e percorre os caminhos fantásticos da alma oculta e da mente iluminada.


Título: In Aeternum
Autor: Ricardo Silveira
Editora: Chiado Editora
ISBN: 9789895130047
Páginas: 394

Sinopse: Não me creio vivo… Mas que faço eu aqui? Continuando assim a viver neste mundo de trevas sem que a morte me alcance? Afinal, qual é a idade de um morto? Quanto tempo estive vivo ou quantos Invernos gelaram as minhas cinzas? Mas quem sou eu? Procuro-te… A minha pele nívea e luzidia contrasta com o negro e a escuridão de um coração que jamais amou um ser vivo… Vivo onde as lendas se misturam e confundem com o uivar dos lobos, vivo solitário. Desesperado. Vagueio escondido no crepúsculo, roxo e tremendo de frio… O meu coração sangra por ti… Adormeço sempre sentindo o frio e o vazio que as palavras nunca ditas deixaram no meu coração tão só. Acordo gritando por ti desesperadamente. Se pudesse por uma vez apenas, por uma vez mais sentir o veneno dos teus lábios… Nem o canto da mais bela sereia se compara à melodia da tua voz que os corvos ouvem atentamente... Espero pelo dia em que me ouças para de novo me poder erguer e vaguear pela noite, deixar o negro do meu sangue correr nas minhas veias. Talvez compreendas… …Só as noites são eternas… Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto… Numa estranha confissão de um condenado que precedia a sua extrema-unção, enclausurado numa pequena e húmida cela, contada foi esta estória. Os meus olhos trémulos contemplavam a estranha e bela figura, esse alegado demónio que murmurava perante mim as inimagináveis páginas da sua dolorosa vida. Assisti também eu àquele último horror. Uma mão lava a outra, as duas lavam o rosto, diz-se. Choro eu também ao relê-la… A morte, esse fatídico e implacável desígnio, ceifa tudo. Nada se leva, tudo se perde. O poder, a riqueza, a fama, a vida, até a fé, nada será necessário após o fim. Somente as noites são eternas, pois um dia até o sol se apagará, mas o amor, esse, prevalece, enquanto houver noites… …Maior que a vida, mais forte que a morte… …Ad eternum, in aeternum… (Para Sempre, pois o amor nunca morre...)

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